De otimista que sou
Pensava que choravas de alegria
Depois de conhecer a causa do teu choro
Admiti minha agonia,
Não amavas quem tanto te queria.
No choro revelavas a culpa que
Fizera-te tão mal,
Acabavas enganando teu próprio astral,
Agora não tens mais onde derramar tanto pranto,
E quanto a mim, enfim, nasce um poeta
Que há de viver pra sorrir.
sábado, 1 de janeiro de 2011
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