sexta-feira, 23 de maio de 2014

Boa Sorte!

Quem sabe amanhã, quem sabe que o teu castelo desabe e a mentira que escondias na face realce com lágrima e poeira quem sabe amanhã... desligo do tempo perdido sem apego a qualquer grão teu e que minha frieza desague no teu mar de lamento profundo Quem sabe amanhã que mundo te seja cruel.

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