Vai ser tudo virtual
desde já
será assim
normal.
Com uma tecla te beijo
noutra te corrijo
quem sabe
destarte
nessa vida
teremos sentido.
Me diz com quem andas
que eu direi se é vírus
e se for
te bloqueio
na conexão dos meus sentidos.
Se deixar cair a rede
ficaremos sem memória
e sem memória
terminaremos num bug!
quinta-feira, 17 de março de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Telepatia
E você me desconserta
quando me flerta
com esse olhar de poeta
insinuando amor
Não erra quando me tenta
com palavras, carinhos e afagos
contemplo teus traços
caio em teus braços
pra nunca mais estar só.
quando me flerta
com esse olhar de poeta
insinuando amor
Não erra quando me tenta
com palavras, carinhos e afagos
contemplo teus traços
caio em teus braços
pra nunca mais estar só.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Profecia
Não se trata de pinturas consagradas
nem mágicas antigas e repetidas,
vai ser o novo,
o por vir,
adiante a novidade.
nem mágicas antigas e repetidas,
vai ser o novo,
o por vir,
adiante a novidade.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Ano Novo
Além das luzes do novo ano
vi fumaça, fiz fumaça
em casa haviam jovens
dentre tantos sorrisos
uma criança, um brilho.
Ouvir gansos, gritos, latidos
dia de esquecer lembranças amargas,
pois amanhã invitavelmente será outro dia.
vi fumaça, fiz fumaça
em casa haviam jovens
dentre tantos sorrisos
uma criança, um brilho.
Ouvir gansos, gritos, latidos
dia de esquecer lembranças amargas,
pois amanhã invitavelmente será outro dia.
Vida Nova (Nasce um poeta)
De otimista que sou
Pensava que choravas de alegria
Depois de conhecer a causa do teu choro
Admiti minha agonia,
Não amavas quem tanto te queria.
No choro revelavas a culpa que
Fizera-te tão mal,
Acabavas enganando teu próprio astral,
Agora não tens mais onde derramar tanto pranto,
E quanto a mim, enfim, nasce um poeta
Que há de viver pra sorrir.
Pensava que choravas de alegria
Depois de conhecer a causa do teu choro
Admiti minha agonia,
Não amavas quem tanto te queria.
No choro revelavas a culpa que
Fizera-te tão mal,
Acabavas enganando teu próprio astral,
Agora não tens mais onde derramar tanto pranto,
E quanto a mim, enfim, nasce um poeta
Que há de viver pra sorrir.
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