Num relacionamento conjugal quase sempre está reservado ao homem à pecha mentiroso, enganador e traidor. Nós, homens sérios, honestos, pagamos pelos erros de alguns cabras que abusam das desculpas esfarrapadas.
Pois bem, Zé*, casado com a mesma mulher há uns oito anos, vida financeira estável, onde é proprietário de comércio no ramo de confecções, tem um grande defeito: a traição. Trata-se de uma cara muito mulherengo, desses que não pode ver um rabo de saia e logo vai “a captura”, como ele mesmo diz. Como é casado, Zé sempre procura uma forma de esconder suas travessuras da esposa. Para se comunicar com as amantes Zé utiliza um artifício bem conhecido pelos homens (não sei as mulheres) - não salva o nome das amantes no telefone, usa nomes fictícios, como, Luiz pedreiro ou Paulo da borracharia.
Depois de mais uma madruga fora de casa, Zé chegou às cincos da manhã e foi direto dormir. Depois de alguns minutos de sono ele é acordado às tapas pela sua esposa, que lhe acusa de cabra safado, cretino, traidor; sem saber o que estava acontecendo (que inocência!), o marido pergunta calmamente a mulher o porquê daquilo tudo; a mulher muito brava, esfregando o telefone do marido na face dele, lê uma mensagem de texto que acabara de chegar, dizia a mensagem: A noite de ontem foi maravilhosa, espero que se repita por milhares de vezes. Beijo na sua boca gostosa. De: Paulo da borracharia.
*Nome fictício
sábado, 17 de março de 2012
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